O tabaco, por si só, é comprovadamente prejudicial. Mas, quando se está com objetivo de realizar uma cirurgia plástica, é preciso entender as alterações que ele gera no organismo e na circulação sanguínea, junto com as chances de complicações, principalmente no período de recuperação.
Mas os riscos não param por aí.

Veja outros riscos:

1 – O cigarro eleva a produção de radicais livres no organismo, proporcionando o envelhecimento precoce das células. Isso vai contra o objetivo dos procedimentos de rejuvenescimento estético, por exemplo, fazendo com que os resultados não sejam tão satisfatórios

2 – A nicotina torna a circulação prejudicada. A quantidade de oxigênio e nutrientes que chegam no tecido cutâneo é menor. Principalmente em cirurgias que demandam grande descolamento cutâneo, como lipoaspiração e abdominoplastia, este fator aumenta os riscos de necroses; trombose; embolia pulmonar; afastamento das duas partes da incisão depois de fechadas e acúmulo de líquido.

3 – No caso da rinoplastia, a mucosa nasal pode ficar muito mais sensível durante o pós-operatório. Após os liftings faciais, as chances de ocorrer necrose na pele são muito maiores.

Cicatrização de feridas operatórias:
Outra consequência que o cigarro pode causar no pós-operatório está no processo de cicatrização. Segundo estudos, o risco de ocorrer esse tipo de complicação é duas vezes maior em pacientes fumantes do que em não fumantes.

Isso ocorre porque pessoas que fumam apresentam nível reduzido de antioxidantes, especialmente vitamina C. Eles são essenciais para a síntese de colágeno, que é a proteína responsável pela regeneração celular.

Por isso, quanto antes da cirurgia o paciente parar de fumar, melhor será a recuperação e o resultado!

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